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Projeto em parceria com o IFMA ganha força ao mostrar resultados sólidos para dirigentes e servidores da Rede Federal

O projeto “Observatório de Egressos”, executado pela FADEX em parceria com o Instituto Federal do Maranhão (IFMA), teve sua primeira apresentação de resultados feita durante a primeira reunião do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (CONIF) do ano, ocorrida na última quarta-feira, dia 12 de fevereiro, em Brasília. A reunião também foi marcada pela posse da nova presidência, que irá conduzir os trabalhos em 2025.

Na ocasião, o reitor do IFMA, Carlos César Ferreira, mostrou o módulo de empregabilidade da plataforma, o primeiro de três módulos que compõem o projeto, com métricas detalhadas sobre a inserção dos egressos dos Institutos Federais no mercado de trabalho no Brasil, contendo dados de empregabilidade, remuneração, além de análises e tendências.

Acompanharam o reitor durante a apresentação, o Diretor de Gestão de Tecnologia da Informação do IFMA e o coordenador do Projeto do Observatório de Egressos, William Mendes; e o Pró-reitor de Extensão do IFMA, Carlos Alexandre Amaral, que puderam apresentar oficialmente a todos os reitores e reitoras o módulo dentro do Observatório de Egressos de Empregabilidade e Estatísticas Salariais.

“Tivemos a oportunidade de discutir com os reitores e reitoras não somente o aspecto gerencial da Rede a partir das informações que serão extraídas desse Observatório, mas também o alcance dele para que se tenha argumentos de melhorias da nossa matriz orçamentária”, ressaltou o reitor do IFMA.

De acordo com o reitor, haverá uma entrega oficial ao Ministério da Educação prevista para março de 2025. “Nessa entrega oficial, nós iremos disponibilizar o link do Observatório e iremos, também, entregar um relatório técnico exclusivo contendo informações de memória de cálculo e informações técnicas relativas à funcionalidade do sistema. E o terceiro item que será entregue é um manual do usuário. Ficarão disponíveis depois dessa entrega ao MEC, o link e o manual”, complementou.

Em seguida, o IFMA pactuou um Termo de Execução Descentralizado (TED) com a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC) no sentido de desenvolver o projeto “Observatório de Egressos” para Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (RFEPCT). “Agora estamos dando um retorno para eles, mostrando o primeiro produto do Observatório, o Painel de Empregabilidade. Esse primeiro produto vai ser entregue nas próximas semanas para a SETEC e vamos ter o lançamento oficial”, apontou o reitor.

O coordenador também pontuou que há planos de apresentação do projeto para a frente parlamentar em favor da Educação Profissional e Tecnológica do Senado, esta ainda sem previsão. A ideia é apresentar aos parlamentares os resultados da rede e mostrar o impacto dos egressos no mercado de trabalho.

“Os dados do observatório tem múltiplas finalidades, para as próprias instituições da rede, vão servir para o planejamento das ofertas de curso com vistas ao mercado de trabalho, além de ter dados relevantes sobre o impacto gerado na capacidade de empregabilidade e faixa salarial dos egressos. Para os alunos, poderá fornecer dados valiosos para a escolha de um caminho profissional, e para comunidade em geral, além da transparência, poderá apoiar diversos estudos na área”, comenta o coordenador do projeto, prof. William Mendes.

Segundo o coordenador, o Observatório de Egressos utiliza, ao invés das bases locais dos sistemas internos das instituições, em seus dados de entrada, as informações disponibilizadas pela SETEC. Esse primeiro módulo cruza as informações com as bases do Ministério do Trabalho e informações de emprego, de empregabilidade, de ocupação dos egressos e também massa salarial produzida por esses ex-alunos.

“Quando nós tivermos as três dimensões prontas, eles vão conseguir visualizar além do emprego, terá indicadores sobre egressos que estavam empreendendo também. E também os que não resolveram nem entrar no mundo do trabalho, nem empreender, mas resolveram continuar seus estudos, seja na própria instituição ou em outras instituições”, finaliza William Mendes.

Projeto em parceria com o IFMA ganha força ao mostrar resultados sólidos para dirigentes e servidores da Rede Federal