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A rede possui cerca de 52km de extensão e beneficia IFPI, UFPI, UESPI, Embrapa Meio-Norte, Fapepi, Maternidade Dona Evangelina Rosa e Hospital Getúlio Vargas

Responsável por viabilizar a estrutura de fibra óptica que possibilita o acesso à internet de instituições de ensino superior e órgãos governamentais, a Rede Poti é um projeto gerido pela Fundação Cultural e de Fomento à Pesquisa, Ensino, Extensão e Inovação (Fadex), e que atende, hoje, em Teresina, o Instituto Federal do Piauí (IFPI),  a Universidade Federal do Piauí (UFPI), Universidade Estadual do Piauí (UESPI), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Meio-Norte), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (fapepi), a Maternidade Dona Evangelina Rosa (MDER) e o Hospital Getúlio Vargas (HGV), os dois últimos ligados a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi).

A iniciativa faz parte da Redecomep – Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, fruto de um projeto da Rede Nacional de Pesquisa, organização civil, ligada ao Ministério das Comunicações, e que agraciou cada região metropolitana do país com uma rede de fibra ótica que interliga todas as instituições de pesquisa de cada região. No Piauí, o programa recebe o nome de Rede Poti, em alusão a um dos rios que cortam a capital, Teresina.

“A estrutura física da Rede Poti é uma coisa e o nosso provedor de internet é outra. Então o que a gente cuida, mantém e inova, através dos projetos, é a estrutura física. Em casos de rompimento de cabos, ou problemas com o sinal, é nossa responsabilidade. Dessa forma, a Rede é responsável pelo gerenciamento e manutenção desse cinturão de fibra óptica”, explica o coordenador do programa, o professor Vinícius Machado.   

Com cerca de 52 quilômetros de extensão, a Rede Poti provê, além da interconexão entre essas organizações, a internet, através de POPs (Point of Presence), que subsidia a internet para todas as instituições de pesquisa do estado. Paralelamente, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi), concentra os POPs, de onde são distribuídos os sinais de internet, através da rede.

O projeto foi concebido ainda em 2012, através de incentivos à pesquisa, mas foi efetivado apenas em 2014, quando, até o ano de 2019, viveu sua fase de desenvolvimento. Desde então, a segunda fase se caracteriza pela busca em inovação, realizando manutenções e o melhoramento da rede, com a finalidade de aumentar sua velocidade.

A estrutura organizacional da iniciativa é apoiada por um comitê gestor, composto por um representante de cada um dos partícipes. Além dos membros do conselho gestor, a Prefeitura Municipal de Teresina (PMT) e o Governo do Estado também são parceiros da Rede Poti. Compõem a Rede Poti, além do coordenador, Vinícius, um técnico de campo, coordenador técnico da Rede e um técnico de operações.

“A Fadex é quem realmente executa, faz as compras e realiza a contratação dos profissionais, o que por si só reafirma sua total importância para a existência do projeto. Como coordenador da Rede Poti, no que diz respeito a parte administrativa, sou uma ponte entre o comitê gestor e a fundação”, pontua Vinícius.

A rede possui cerca de 52km de extensão e beneficia IFPI, UFPI, UESPI, Embrapa Meio-Norte, Fapepi, Maternidade Dona Evangelina Rosa e Hospital Getúlio Vargas